Aula 12

DAVI E O SEU SUCESSOR

1Crônicas: 1 Crônicas 28.4-8

20 de dezembro de 2009

 

 Agora, pois, ó SENHOR, meu Deus, tu fizeste reinar teu servo em lugar de Davi, meu pai; e sou ainda menino pequeno, nem sei como sair, nem como entrar (1Rs 3:7).

 

INTRODUÇÃO

Chegou o momento do “homem segundo o coração de Deus” entregar o bastão da liderança do reino de Israel. O rei Davi havia envelhecido. Adonias, um dos seus filhos, cheio de orgulho, dizia ao povo: “depois de meu pai, eu serei o rei”. Davi, porém designou seu filho Salomão como seu sucessor no trono.

Os atos de Davi nos causam admiração, e ao mesmo tempo decepção. Admiração pela sua piedade e coração quebrantado; decepção por haver falhado quando todos vibrávamos por seus acertos. Apesar dos erros impactantes ele foi muito amado pelo Senhor e soube acatar as disciplinas impostas. Como nessa vida tudo é passageiro, chegou o momento de apresentar o seu sucessor. É um momento difícil, pois envolve muitos interesses. O poder sempre fascinou o homem e não seria agora que esse estigma da personalidade humana deixaria de manifestar-se naqueles que são obcecados pelo poder e o querem a qualquer custo. Salomão foi o sucessor de Davi no trono, à revelia de muitos, como, por exemplo, Adonias (o filho de Davi) Joabe (comandante do exército), Abiatar (um dos principais conselheiros de Davi), e vários outros. Não sei se essa era a vontade de Davi, mas teve que cumprir a vontade do Senhor. O reino de Israel pertencia ao Senhor, não a Davi ou a qualquer outro. Por essa razão, o rei de Israel era um representante de Deus, que tinha como tarefa realizar a sua vontade para com a nação. Deste modo, Deus pôde escolher a pessoa que Ele mesmo quis estabelecer como rei, sem seguir as linhas habituais de sucessão. Davi não era herdeiro de Saul, e Salomão não era o filho mais velho de Davi. Mas isso não importava porque foram escolhidos por Deus. Portanto, Salomão não chegou ao trono por uma simples indicação de Davi, mas por uma escolha divina (1Cr 22.9), e mesmo antes de apresentá-lo ao povo, Davi já sabia dessa revelação divina.

I. UM SUCESSOR INDICADO POR DAVI, MAS ESCOLHIDO POR DEUS 

1. As insubmissas escolhas humanas. A indicação de Salomão à sucessão do trono de Israel não se deu de forma amistosa e pacífica. Muitos interesses foram manifestados de forma vergonhosa e desrespeitosa.  Quando Davi estava no fim da sua vida, Israel ainda não sabia quem lhe sucederia no trono. Adonias, seu filho mais velho, considerava a si mesmo como o herdeiro legítimo de Davi. Seus irmãos mais velhos, Amnom e Absalão haviam morrido e Quileabe, provavelmente, também não era mais vivo. O problema é que Deus já havia escolhido Salomão, e já tinha orientado Davi a respeito da sucessão (1Cr 22.9,10). Contudo, Adonias seguiu o caminho do seu irmão, Absalão, e engendrou um golpe, através do qual passaria à frente de Salomão e reclamaria o trono para si. Aproveitando-se da enfermidade do pai, Adonias apoderou-se do trono pela violência, induzindo Joabe (comandante do exército) e Abiatar (um dos principais conselheiros de Davi) a conspirar contra a vontade do rei; estes dois homens se renderam à busca por interesses próprios, após uma vida inteira de lealdade a Davi. De fato, o que observamos são homens insubmissos, ávidos pelo poder e que desejavam sentar-se no trono a qualquer custo. Todavia, é Deus quem está no comando de Israel; Ele era e é o legítimo rei e dono dessa nação. Portanto, a competência para escolher o sucessor de Davi pertencia a Deus. Davi apenas indicou Salomão a Israel como seu sucessor, mas foi Deus quem o escolheu(1Cr 22:9).

2. A escolha divina. Pela linha de sucessão, o trono deveria ser ocupado por Adonias, o quarto filho de Davi. Amnom, o filho mais velho, e Absalão, o terceiro filho, estavam mortos. Quileabe, filho de Davi com a Abigail, não é citada, exceto em 2Samuel 3:3. Portanto, com toda certeza Adonias deveria achar que seria o próximo rei de Israel. O primeiro erro de Adonias foi tentar antecipar um título que não lhe pertencia: Então, Adonias, filho de Hagite, se levantou, dizendo: Eu reinarei. E preparou carros e cavalheiros e cinqüenta homens que corressem adiante dele(1Rs 1:5). O texto deixa bem claro o desejo de Adonias em usurpar o trono de seu pai Davi. Ele seguiu os mesmos passos de Absalão, seu irmão. Mas Davi tomou ciência do fato e constituiu Salomão rei, acabando assim com a rebelião de Adonias. Desta forma, Davi cumpre a vontade de Deus, quando confirma Salomão no trono: “E, de todos os meus filhos (porque muitos filhos me deu o Senhor), escolheu Ele o meu filho Salomão para se assentar no trono do reino do Senhor sobre Israel. E me disse: Teu filho Salomão, ele edificará a minha casa e os meus átrios, porque o escolhi para  filho e  eu lhe serei por pai. E estabelecerei o seu reino para sempre, se perseverar em cumprir os meus mandamentos e os meus juízos, como até ao dia de hoje”(1Cr 28:5-7). Salomão foi o escolhido de Deus para dar continuidade a linhagem davídica, de onde, séculos depois, viria o Senhor Jesus. Portanto, Salomão chegou ao trono por uma escolha divina, e esta escolha fora feita antes mesmo de Salomão nascer, e Davi era cônscio disso(1Cr 22:8,9).

II.  UM SUCESSOR DE POUCA EXPERIÊNCIA, MAS QUE HERDOU UM GRANDE LEGADO

1. O legado político institucional. Davi foi nada mais e nada menos do que o maior monarca na história judaica. Ele derrotou os seus inimigos; conquistou Jerusalém e transformou no centro político e religioso; consolidou as 12 tribos de Israel em uma única nação, forte e unida; e transformou Israel em uma terra segura e próspera, que legou de herança a seu filho, o rei Salomão.

Davi, enquanto governou, esboçou as bases organizacionais, criou o exército, estabeleceu o regime administrativo e firmou a unidade do povo com a capital Jerusalém, centro da vida civil, política e religiosa de Israel. Seu reinado foi um período marcado por um grande número de guerras. Contudo, no final do seu reinado encontramos as instituições de Israel bastante consolidadas: Montou e organizou um exército capaz de vencer grandes batalhas – havia 288 mil homens no exército, divididos em 12 turmas de 24 mil que serviam de mês em mês, todos os meses do ano(1Cr 27:1-15), e aparelhou a guarda real(1 Cr 18.15-17); embora agisse como juiz do povo de Israel(1Cr 18:14), ele organizou o sistema judiciário - nomeara oficiais e juízes para cuidar da política externa e dos negócios da coroa real: 1.700 oficiais e juizes foram constituídos do lado oeste do Jordão para cuidar dos negócios do rei e dois mil e setecentos do lado leste(1 Cr 26.29-32); foi hábil na organização até mesmo das minúcias do reino, como, por exemplo: 12 mordomos responsáveis pelos tesouros (1 Cr 27.25-31); 8 outros oficiais e conselheiros(1Cr 27:32).

Em fim, Davi entregou o governo ao seu filho Salomão em perfeita ordem com suas instituições bastantes sólidas. Salomão, quando assume o governo, ao invés de guerrear, vai diplomaticamente criar alianças e manter a paz, bem como finalizar algumas obras civis iniciadas por seu pai. Moderniza o exército com carros e armas, vai fortificar as cidades e criar uma linha de praças fortes; implanta uma via comercial que ia do Egito até a Síria.

2. O legado religioso. Sem dúvida, o maior legado deixado por Davi ao seu filho Salomão foi o espiritual. Ele mesmo testemunhou isso, quando o Senhor lhe apareceu em sonho em Gibeão: E disse Salomão: De grande beneficência usaste tu com teu servo Davi, meu pai, como também ele andou contigo em verdade, e em justiça, e em retidão de coração, perante a tua face; e guardaste-lhe esta grande beneficência e lhe deste um filho que se assentasse no seu trono, como se vê neste dia(1 Rs 3:6).

Líder justo e inteiramente devotado a seu povo, Davi foi, acima de tudo, um homem da mais profunda fé, responsável por abrir as portas do arrependimento para todas as gerações futuras. Ele deixou a todos os judeus e a toda a humanidade, um legado de fé e coragem, bem como a dinastia real de Israel da qual viria o Messias. Escreveu 73 salmos dos 150 que fazem parte do livro de Salmos.

Ao longo de sua vida, Davi demonstrou por diversas vezes que era dependente da orientação divina para realização de suas conquistas e de seus planos (1 Sm 23.2; 30.8; 2 Sm 2.1). E ele sabia que para o seu sucessor obter êxito no seu governo era necessário uma dependência total aos ditames da Palavra de Deus. Por isso, antes de morrer, deu a Salomão suas últimas instruções: “E tu, meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai e serve-o com um coração perfeito e com uma alma voluntária; porque esquadrinha o SENHOR todos os corações e entende todas as imaginações dos pensamentos; se o buscares, será achado de ti; porém, se o deixares, rejeitar-te-á para sempre” (1Cr 28:9). Esse aviso foi bastante instrutivo, firme e contundente; e cabia a Salomão, juntamente com seus súditos, observar esse importante legado. E o povo de Israel não ficou livre dessa advertência, pois antes disso Davi lembrou ao povo a guardar todos os mandamentos do Senhor (1 Cr 28.8).

Se pudéssemos colocar numa balança os defeitos e as virtudes de Davi, certamente, ficaríamos apreensivo sobre o comportamento do fiel da balança. O ser humano tem uma tendência enorme de colocar em evidência os defeitos das pessoas em detrimento das virtudes demonstradas. O que mais é admirável num crente não são os dons e prováveis unções que ele aufere, mas a capacidade espiritual de ultrapassar e vencer as barreiras inibidoras de sua jornada até ao alvo pretendido. A nossa maratona é de resistência. Não há classificação na chegada, mas há grande recompensa quem resistiu os obstáculos e chegou até o fim. Quem chegar no final da maratona será premiado. A maratona só termina com a glorificação do crente, e ela não acontece aqui na terra. Davi começou muito bem; esteve muito mal, cometendo pecados terríveis, mas soube se erguer, não se deu por vencido; terminou os seus dias em comunhão com Deus, a ponto de o Senhor se agradar em fazer um pacto com ele, e prometer que o seu reino não teria fim.

Somente se chega ao céu se trafegar dentro dos limites de velocidade, nem abaixo do mínimo, nem acima do máximo regulamentado. Se pararmos no meio da estrada ou trafegarmos abaixo da velocidade mínima permitida, somos punidos e retirados da estrada. Se avançarmos além do limite de velocidade, também seremos punidos. Para estarmos sempre dentro dos parâmetros de velocidade, temos de sofrer aflições, temos de passar por tribulações, pois assim alcançaremos a paciência, que é indispensável para que não deixemos de correr e correr de forma a alcançarmos o objetivo de nossa fé: a salvação (1Pe 1:9). Através das tribulações, adquirimos a paciência e esta nos leva à experiência (Rm 5:4), sem a qual é impossível o nosso crescimento espiritual.

Correr com paciência é correr com objetivo, com propósito, saber porque e para que se está correndo. Quem corre sabendo qual o objetivo a ser alcançado, não se atrasa, nem se adianta, mas corre segundo o tempo de Deus, pois sabe, precisamente, o que o espera, porque está caminhando. O corredor sem objetivo, sem propósito, via de regra, é um corredor precipitado que, apesar de toda a sua velocidade, não faz senão perder tempo. Um exemplo disto vemos, na Bíblia, no caso de Aimaás, filho de Zadoque, que em toda a sua precipitação foi rápido e veloz para levar as novas da guerra ao rei Davi, mas, apesar de toda sua velocidade, não tinha sequer mensagem para o rei. Um cuxita (ou Cusi, preto), porém, ao contrário, apesar de ter sido menos veloz, era paciente e, mesmo chegando depois, teve condições plenas de satisfazer as necessidades do soberano (2Sm 18:19-33). Pensemos nisso!

III. UM SUCESSOR JOVEM, MAS DE GRANDE PIEDADE

1. Na vida privada. A pessoa de Salomão é quase tão fascinante quanto suas realizações e seu reinado. A Bíblia oferece duas ricas fontes de informações a respeito do homem Salomão. São elas:

a) A oração pedindo sabedoria (1Rs 3:3-14). Salomão começou seu reinado com fé no Senhor e amor a Ele(v.3). Como uma demonstração de seu caráter piedoso, ele foi a Gibeão para lá sacrificar ao Senhor, e sacrificou mil holocaustos(v. 4). Nesse local apareceu-lhe o Senhor de noite, em sonho, e disse-lhe: Pede o que quiseres que te dê. Diante dessa oportunidade inigualável, Salomão proferiu uma das mais belas orações da Bíblia; uma oração que agradou a Deus (v.10). Ele orou pedindo sabedoria e um coração entendido isto é, capacidade para tomar decisões coerentes com a verdade revelada na Lei de Moisés(v 5-9). Com esse pedido, Salomão demonstrou reconhecer três verdades importantíssimas: (1) ele era humanamente incapaz de governar Israel; (2) seu sucesso dependia única e exclusivamente do favor de Deus; e (3) o povo de Israel não era propriedade sua, e sim do próprio Jeová, Deus de Israel. Deus se agradou de seu pedido(v.10) e atendeu sua oração(v 11-14). Todavia, o dom da sabedoria que Deus deu a Salomão não era uma garantia de que ele sempre andaria em retidão. Por essa razão, Deus acentuou que a vida longa de Salomão dependeria de “andares nos meus caminhos”(v.14). A infidelidade de Salomão posteriormente, impediu a realização integral da vontade de Deus na sua vida(1Rs 11:1-8).

De todas as demonstrações de sabedoria divina, nenhuma é tão importante quanto a sua produção literária. Salomão é tido como o grande incentivador dos escritos sapienciais judaicos. Os livros de Provérbios, Cântico dos Cânticos, Eclesiastes e os Salmos 72 e 127 são atribuídos a Salomão. O autor do Livro dos Reis descreve com vivacidade a proverbial e multifacetada sabedoria de Salomão (1Rs 4:29-34).

b) A dedicação do Templo (1Rs 8.1—9.9; 2Cr 5—7). Durante sete anos e meio Salomão construiu o Templo – entre o quarto ano do seu reinado, até o décimo primeiro ano(1Rs 6:37,38). Quando o Templo ficou todo pronto, Salomão convocou todo o Israel para uma grande festa de dedicação. Ele convocou os principais líderes do povo e todo o povo, e ordenou o translado da Arca da Aliança para o Templo. No dia do cortejo, que foi feito com grande pompa, em que todos os sacerdotes e levitas cantavam salmos e o povo festejava, foi imolado um imenso número de ovelhas e bois em sacrifício. A Arca foi colocada no local chamado de Santo dos Santos, sendo que aí somente uma vez por ano era permitida a entrada do sumo sacerdote. Depois de um breve discurso (2Cr 6:1-11), Salomão se dirigiu a Deus, com uma das mais belas orações da Bíblia (2Cr 6:14-42). Depois da dedicação do Templo, o Senhor apareceu mais uma vez a Salomão e ordenou que ele obedecesse à Lei e conduzisse o povo à obediência, com a promessa de que, sob estas condições, os olhos do Senhor estariam sempre sobre aquele lugar, mas caso Israel desobedecesse, seria submetido à severa disciplina (1Rs 9:1-9; Cr 7:11-22). O Templo era muito grande e muito bonito, conforme contam as Sagradas Escrituras. Com o passar do tempo, ele se tornou o referencial maior para o povo de Israel.

2. Na vida pública. Conforme afirma a Bíblia Sagrada, a capacidade que Salomão possuía em administrar impressionou a reis e rainhas(1 Rs 4:34). O texto sagrado diz: “...e correu o seu nome por todas as nações em redor”(1Rs 4:31). “E vinha de todos os povos a ouvir a sabedoria de Salomão e de todos os reis da terra que tinham ouvido da sua sabedoria”(1 Rs 4:34). A Bíblia diz que a rainha de Sabá veio ver isso de perto(1Rs 10:1-13). E ela ficou impressionada com a sabedoria que Deus tinha dado a Salomão e a sua capacidade de administrar. Disse ela: “Foi verdade a palavra que ouvi na minha terra, das tuas coisas e da tua sabedoria. E eu não cria naquelas palavras, até que vim, e os meus olhos o viram; eis que me não disseram metade; sobrepujaste em sabedoria e bens a fama que ouvi”( 1Rs 10:6,7). Ela, uma rainha que não conhecia o Deus de Israel, glorificou-O pelos grandes feitos que Deus fazia através da sabedoria do rei Salomão.

Durante o reinado de Salomão, a riqueza e o poder de Israel foram incomparáveis. Os quarenta anos do seu reinado foram de glória crescente para Israel. Durante esse período nenhuma nação poderosa atacou o povo de Deus. Vejamos algumas das principais características desse período:

v      Consolidação da paz, pela ostentação de poderio militar;

v      Relações diplomáticas com os povos vizinhos;

v      Condições econômicas sem paralelo em toda a história de Israel; e

v      Construção e dedicação do Templo idealizado por Davi, em Jerusalém.

CONCLUSÃO

O rei Davi morreu em boa velhice, desfrutou de vida longa, riqueza e honra. Ele deixou um legado, tiveram o que escrever dele. A vida passa e a cada dia temos uma certeza, mais cedo ou mais tarde, a morte chegará. E com essa correria diária, parece que chegará antes do que imaginávamos não é? Como será que eu e você temos conduzido a nossa vida? Principalmente em relação às coisas de Deus? Será que quando partirmos para a eternidade, as pessoas terão o que testemunhar a nosso respeito? Será que testemunharão coisas boas? Será que carregarão os nossos caixões em meio às lágrimas por termos vividos uma vida piedosa ou carregarão por serem obrigados? Martin Luther King entre suas inúmeras frases de impacto nos disse: "Não fiz o melhor, mas fiz tudo para que o melhor fosse feito. Não sou o que deveria ser, mas não sou o que era antes". A liderança de Davi foi bem-sucedida porque ele não viveu para si, mas para Deus e para o próximo. Será que os líderes de hoje tem este perfil? Será que temos buscado esse tipo de vida?

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Elaboração: Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. E-Mail: luloure@yahoo.com.br. Disponível no site: www.adbelavista.com.br

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Fonte de Pesquisa: Bíblia de Estudo-Aplicação Pessoal. Bíblia de Estudo Pentecostal. Bíblia de estudo DAKE. O novo dicionário da Bíblia. Revista o Ensinador Cristão. Guia do leitor da bíblia – 1º e 2º Samuel. Davi – vitórias e as derrotas de um homem de Deus – CPAD/2009. As três unções de Davi – Alexandre Augusto. Salomão – Nilson Antonio da Silva.